Falta-me um roxo descente aqui, mas eu me viro com os que tem...
Um dia interessante hoje, um dia para mim e para a física, embora seja legal estudar física... Gosto de estudar ora essa!
Um dia para ver meu menino, mas não só isso...
Um dia para refletir. Não gosto muito de refletir, me tira da zona de conforto, mas faz bem... E é últil, me faz crescer.
Lendo um orkut alheio, de uma menina da escola, muito bonita que namorava um cara feio, que ela gostava muito, mas, não me importa o porque, terminaram. Na descrição de par perfeito dela estava escrito o seguinte:
"Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama, e que não quer nada com você, definitivamente, não é a pessoa de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas, é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.!"
Começei a pensar nisso... sabe... o meu relacionamento com o meu menino é assim... não o procurava, e sim parece muito que ele me achou, que só estava esperando por mim, sem querer ser egocêntrica, mas sendo um pouquinho.
Gosto muito de estar com ele, mas vivo sem ele, não tenho a necessidade de estar com ele sempre. Não gosto, não é agradável, mas consigo ficar sem vê-lo.
E por último e mais importante talvez, percebi, de fato, que quem eu jurava amar, e que não me amava, não era, nem de longe, a pessoa da minha vida. Não sei se o meu baixinho é a pessoa da minha vida... e quer saber? Pouco me importa se ele é ou não, é a pessoa desse meu momento. Se esse momento se perpetuará até o fim das nossas vidas, isso não importa. Estou aprendendo a viver o agora, sem deixar de me preocupar o pouco necessário com o futuro e sem esquecer que sou um espírito eterno e imortal em evolução. Ao contrário do que muita gente pensa, dá para evoluir vivendo o momento. E sabe, é uma das melhores formas que eu achei para evoluir. Não estou dizendo que só faço as escolhas certas, até faço muitas erradas, mas é uma coisa em boa parte consciente. E arcar com as consequências, por mais que não seja fácil, é bom. Muito bom, você tem a sensação de ser responsável pelo que faz, ao menos eu tenho.
É... é bom mesmo refletir.
Mencionando agora a ida a psicóloga (assunto para muitos outros posts), hoje refletimos sobre o que não abrimos mão. Citei algumas coisas...
* Meus estudos, não abro mão deles, salvo algumas coisinhas.
* Minha individualidade. Eu sou assim, estou mudando sim, mas esse é o meu ponto de vista, esse é o meu princípio.
* Minha família, destaque pra minha vó. Se ela pedir ou precisar de alguma coisa, esquece, é a minha vó, por ela só não mato ou coisas semelhantes.
* Música, se eu tiver como ouvir, não abro mão.
* A IAM, no caso o DIJ, a evangelização de espíritos, minhas aulinhas nas manhãs de domingo.
* Meus amigos, se eles precisam de mim, só não costumam passar na frente da família, mas analiso quem precisa mais no momento.
Acho que isso, agora eu me lembro disso.
Do meu baixinho eu abro mão? Como namorado acho que até sim, embora seja uma coisa que me faça muito bem, agora antes de ser meu namorado, meu baixinho é meu amigo, e como já disse, dos amigos não abro mão.
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