quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um viva para a música.

Sim, eu muito provavelmente iria escrever algo, para falar de como a música me faz bem, de como melodias podem expressar nossos sentimentos, de como é algo mágico conseguir ouvir música e começar a chorar ou a rir devido as emoções que elas nos traz, mas não escrevi no dia, e hoje, 13/12/2009, pensei nisso e começei a escrever.
O dia e a hora da postagem são importantes sim para mim, mas não são o mais importante.
O mais importante é o sentimento que a postagem carrega. Essa esta carregada, agora de alegria, por mais que eu talvez não esteja alegre, mas tudo bem, estou feliz. Estou feliz comigo, estou feliz com as músicas, estou simplesmente feliz.
Pisei um pouco na bola hoje, ontem, dia desses? Sim.
É um crime? Não exatamente, mas sei que não devo e sei que consigo não fazer isso. E mais, sei que tenho que tentar ao meu máximo não fazer isso.
Vou tentar? Com toda certeza, cada dia mais que o dia anterior.
O que isso me traz?
Felicidade, alegria, hamonia, bem estar comigo mesma, porque sei que quando tento, estou no caminho do bem, estou realizando o que previ no meu planejamento reencarnatório.
Agora é tudo assim, a doutrina sempre presente nos seus posts, por mais diversos que eles sejam?
Sim, isso é óbvio, ao menos para mim. Ser espírita não se restringe àquelas horinhas no centro. Assim como ser evangelizador não se restringe à essas horinhas também. Ser espírita e ser um evangelizador espírita ocorre em tempo integral. Devemos estar sempre dispostos e apresentando a doutrina e a evangelização a quem estiver querendo conhecer.
O meu foco deve ser essa pessoa na hora de realizar o meu trabalho? Não, jamais.
Mas o trabalho por você realizado deve ser tão bom que essas pessoas se interessem, sejam atingidas.
Isso é possível?
Sim, sempre é. Temos "provas" de que isso ocorre, quando o nosso trabalho é bem feito, quando é realizado a contento. Como foi realizado no último ano, quando temos fé no que estamos fazendo.
A lição que o evangelho nos trouxe no apertando nossos laços de hoje foi a parábola da fé, a lição do poder da fé. Não o poder para realizações fisicas, mas o poder para as realizações morais. E sim, a fé tem esse poder, sempre tem. Ver uma criança sorrindo e te dizendo "eu que escolhi nascer no Brasil porque é uma terra bem salvinha. Eu escolhi quando eu estava lá com o Papai do céu..." é incrível, por mais que o trabalho não tenha sido seu, foi de alguém do grupo eu agora pertenço.
É uma responsabilidade enorme? É sim. É fácil? Não costuma ser. É gratificante? Acho que não existe trabalho mais gratificante que este no bem, com a certeza de que você está no caminho certo, de que está a contento.
Vou dar conta? Sim, eu vou.
Como eu tenho certeza disso? Simples, eu confio na equipe.
Eu sei que terei a ajuda necessária quando precisar, eu sei que tem um bando de gente me ajudando, me apoiando para que eu permaneça no trabalho, para que o realize a contento.
Com fé neles, sei que vou conseguir fazer tudo o que tenho que fazer ano que vem: estudar e passar no vestibular de medicina, dar aulinhas no segundo ciclo, participar das reuniões e ajudar nas outras coisas do DIJ, não me distanciar de mais dos meus outros amigos, que não fazem parte da IAM, mas que são tão meus amigos quanto, que são tão importantes quanto, que eu amo igual. E claro, descansar para dar conta de tudo isso, talvez praticar um esporte... voltar a nadar...
Eu sei que vou conseguir, não sei ao certo como.
Serei sim médica, e não quero de jeito nenhum me desligar da evangelização de espíritos, da doutrina.
Isso é possível?
Bem, eu "conheço" dois exemplos, não que eu ache estar no patamar deles...
Um, e talvez o principal exemplo até que eu conhecesse o outro, foi Bezerra de Meneses, o médico dos pobres, um objetivo para mim.
O segundo, que eu conhecia relativamente pouco tempo, foi Eurípedes Barsanulfo, quem criou a metodologia de evangelização de espíritos, que tinha como sonho se formar médico, mas como compromisso ser professor, trabalhar a evangelização de espíritos.
Bezerra não trabalhava a evangelização de espíritos, mas foi quem basicamente trouxe o espiritismo para o Brasil, quem fundou a FEB, quem cuidava de todos os doentes que podia, ou não.
Eurípedes trabalha como médico s masem diploma, isso rendeu um processo contra ele, mas ele tinha propriedade para trabalhar como tal.
Eu, um dia eu quero ser como eles, por agora eu só quero conseguir ser médica, atender da melhor maneira possível a todos que precisarem de mim. E também continuar com as aulinhas aos domingos de manhã, continuar com a evangelização de espíritos.
Escrevendo isso, lembrei de mais alguém, outro moço, que é um exemplo bem mais próximo, o Luciano, lá de Sacramento, o moço que trabalha junto com a Auzira na evangelização de espíritos.
Se eles, eu consigo. Não é por orgulho, vaidade ou algo do tipo de minha parte, mas se eles conseguem, eu consigo. É pura e simplesmente por confiança nos trabalhos a serem realizados.
Ah sim, o post falava sobre música.
A música tem tudo a ver com tudo isso... com a música fazemos tudo isso...
Dependendo, até curar pessoas.
E é isso ai.
{Nada melhor que deixar a inspiração, a vontade de escrever fluir e simplesmente ir escrevendo...}

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