Hoje deu saudades da minha mamãe.
Parece que quanto mais eu a vejo mais saudades dá de não vê-la.
Mas esse ano vai ser assim mesmo.
O que importa é que por mais saudades que dê, por mais distantes que fiquemos, a amizade não muda. Permanece do mesmo jeito que surgiu.
E tá bom pra mim assim.
Faz falta a mamãe no meu dia-a-dia.
Mas é uma falta extremamente necessária. Eu preciso não tê-la ao meu lado para crescer cada vez um pouquinho mais. Sem um tradutor a gente é obrigado a aprender o idioma local.
Metáforas que só ela vai entender. E que mal há nisso?
Vontade de digitar, me faz tão bem isso.
Como eu já disse e repito, meu pc à uma festa. É claro, depende da festa (na verdade de quem vai estar lá.) mas ai já entro em outros méritos...
Falando em desviar do assunto, parabéns Santos por ganhar o Paulistão e parabéns Santo André por ganhar do Santos na final do Paulistão.
Voltando ao assunto, por mais que eu sinta a falta da mamãe, por mais que a falta seja grande ela já é um pouco menor. Isso é bom, eu já sei viver sem a mamãe. Não é saudável dependermos das pessoas para viver.
Papai, saiba que eu também sinto muito a sua falta e também lembro bastante de você nos meus dias. Muito até.
Mas esses sacrifícios são necessários. E terão excelentes frutos. Eu sei que vou conseguir e sei que vou conseguir me esforçar o suficiente para conseguir, o que está um pouco difícil, mas não estará mais.
E é isso ai pessoal.
Consideração final para a abobrinha: how can I forget?
Beijos,
inté dia desses.
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